Você é daquelas que adora viajar, mas engravidou e agora está com medo de precisar abrir mão da estrada? Não precisa abrir mão de nada, apenas se readaptar. Te explico: na minha lista de mulheres inspiradoras as mães viajantes estão no topo. Isso porque, a decisão de se manter na estrada após a maternidade é extremamente corajosa, afinal, você não está mais sozinha. E se viajar sozinha já é um grande desafio, viajar sozinha com filho – pequeno, principalmente – é um desafio ainda maior.
Alter do Chão no Pará me faz suspirar! O Brasil me encanta por inteiro, entretanto, nenhuma outra região mexe tanto comigo quanto a região Norte do país. Eis a justificativa: minha mãe é do norte, vinda diretamente do estado do Pará. Se você nunca teve a oportunidade de conhecer o Pará, conselho de amiga: assim que der, vá! As pessoas são maravilhosas, a comida é um luxo e eu nem preciso mencionar as belezas naturais, né? Basicamente é de deixar qualquer um de queixo caído, por isso, é imprescindível vivenciar o Pará pelo menos uma vez na vida. Começando por Alter do Chão no Pará, na minha modesta opinião. Quer saber mais? Vamo comigo!
Próxima parada: Alter do Chão no Pará
Alter do chão é uma pequena vila de pescadores localizada em Santarém, segunda maior cidade paraense que fica entre Manaus (AM) e Belém (PA). O balneário ganhou notoriedade após o jornal inglês The Guardian inclui-lo entre as dez praias de água doce mais bonitas do mundo. Desde então, o destino se tornou conhecido e cobiçado mundialmente, passando a atrair uma grande variedade de turistas. Além disso, ganhou o apelido super merecido, diga-se de passagem, de “Caribe Amazônico”, devido a cor da água que varia entre os tons de azul e verde.
Banhadas pelo Rio Tapajós – único afluente do Rio Amazonas com águas cristalinas -, o visual das praias realmente impressiona. E essa beleza fica ainda mais em evidência na época da maré baixa, entre os meses de agostos e dezembro.
Destinos não convencionais me atraem e muito! Sempre que planejo minhas viagens, priorizo destinos que fujam um pouco do que todo mundo busca. Um bom exemplo foi meu primeiro mochilão para fora do país no ano passado. Entre tantas opções, optei por desbravar dois de nossos vizinhos: Bolívia e Peru.
A bordo de uma caravana “socioambiental” que realiza essa mesma viagem pela América Latina há mais de dez anos, desbravei essas duas nações tão lindas e potentes durante 31 dias. Entre muitas histórias e perrengues, o que mais marcou a mim e a todos que estavam nessa comigo foi, sem duvidas, quando ATOLAMOS no Salar do Uyuni, Bolívia. Foram momentos de muita angustia, confesso, mas hoje dou risada. Quer saber de todos os detalhes dessa aventura e como fazer para visitar este lugar incrível?
Viajar com o pet é uma prática cada vez mais comum – o que é ótimo –, entretanto, passar as férias juntinho do seu amigo de quatro patas exige algumas preparações minuciosas para que a experiência não se torne um pesadelo para ambos.
Dependendo do destino, além dos cuidados básicos para que o seu bichinho não sofra durante o trajeto, serão necessárias doses extras de paciência para lidar com a burocracia com regulamentos das empresas responsáveis pelo transporte e hospedagem. No Brasil, como não há legislação específica para viajar com animais domésticos, cada uma segue sua própria cartilha.
Caso o destino seja internacional, é fundamental realizar uma pesquisa sobre leis para transporte de animais e costumes do local escolhido, pois cada país tem seus costumes quando se trata de passeios com pets ou lugares onde eles podem ou não ficar.
“O que fazer em Edimburgo, por apenas 24h?” – você deve tá se perguntando… Calma aí, eu posso me explicar haha Edimburgo merece sim AO MENOS 3 dias pra você aproveitar e se você já fez uma busca rápida, deve ter descoberto a quantidade de paisagens e lugares incríveis que existem na Escócia. Até por isso, 24 horas não fazem muito sentido mesmo. Porém, quando planejei esta viagem, a ideia era a de ficar esses 3 dias por lá. Mas, por uma mudança de planos de última hora, acabei tendo que ir pra Dublin, na Irlanda, para umas reuniões de equipe do e-Dublin (projeto que participei durante um tempo) 😀
Eu andava de muito mau humor em viajar, acreditem. Eu morava em Paris e nas última viagens, eu tive que pegar um vôo de um aeroporto à 123km de lá e sempre, sempre, quase perdia o vôo…. Pois, não importa o quão cedo eu saisse, sempre pegava trânsito na saída da cidade. Além disso, o frio incomodava muito também e eu sempre ia reclamando: porque danado eu inventei de comprar isso, haha! Será que tinha perdido o meu espírito aventureiro? 🙁
Mas depois da reunião em Dublin, no sábado, fui para Edimburgo, toda enroladinha no cachecol rumo a Escócia e esperando o mal humor do mundo todo porque seria no frio e na correria, de novo. Mas esta viagem se revelou uma grande surpresa e parecia que eu estava descobrindo muitos sentimentos de novo!